sexta-feira, 26 de abril de 2019

7 cartas redigidas por serial killers

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Foram separadas algumas cartas escritas por assassinos em série quando estavam na prisão, outras mesmos até mesmo antes de serem presos. Algumas delas podem ser consideradas assustadoras, detalhando em palavra os crimes cometidos assim como os motivos que levaram os criminosos a tirarem a vida de suas vítimas.

Nesse artigo trago sete dessas cartas nada convencionais, porém bastante úteis para estudiosos da área, como psicólogos/psiquiatras forenses, um material interessante até mesmo para quem se interessa pelo assunto. Atenção, o conteúdo aqui apresentado é bastante forte e pode impressionar pessoas mais sensíveis, portanto, já deixo isso avisado.

Alguns desses assassinos inspiraram alguns artistas a compor músicas com base em seus atos indignos, já escrevi uma matéria sobre isso, confiram:



Agora vamos ao que interessa, as cartas...

1. Albert Fish

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Albert Fish foi acusado de ser canibal, pedófilo, masoquista e um assassino em série que aterrorizou os Estados Unidos na época em que cometeu seus criems. Suas vítimas eram crianças, como em 1928, quando ele assassinou e praticou canibalismo com Grace Budd, uma criança de apenas 10 anos de idade.

Após realizar o crime, Fish enviou uma carta para a mãe da vítima, descrevendo em detalhes como ele havia assassinado a garota. Um trecho da carta dizia:

"Eu subi as escadas e tirei toda a minha roupa. Sabia que, se não o fizesse, ficaria com o sangue dela nas roupas. Quando eu estava pronto, fui até a janela e a chamei. Então me escondi no armário até a menina entrar no quarto. Quando ela me viu completamente nu, começou a chorar e tentou correr escadas abaixo. Eu a agarrei e ela disse que ia contar para a mãe dela. Tirei a roupa de Grace, deixando-a nua. Como ela chutou, mordei e arranhou! Eu a asfixiei até a morte, então a cortei em pequenos pedaços para poder levar a carne para meus aposentos. Cozinhei e comi aquilo. Como era doce e saboroso seu pequeno lombo assado no forno. Levei nove dias para comer seu corpo inteiro".

Através dessa carta e da marca no envelope,
a polícia foi capaz de rastrear o maníaco.



2. Donald Harvey

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Donald Harvey, mais conhecido como o "Anjo da Morte, confessou ter matado nada menos que oitenta e sete pessoa. Segundo estimativas oficiais, o número varia entre 36 e 57 vítimas. Donald foi enfermeiro durante muito tempo e foi aí que ele começou suas atividas criminosas. O primeiro assassinato realizado por Harvey foi o de um de seus pacientes, o ligando a um tanque de oxigênio vazio, o que provocou sua morte.

O assassino nunca demonstrou nenhum resquício de remorso, não é a toa que em uma entrevista ele afirmou: "Alguns desses pacientes poderiam ter durado mais algumas horas ou mais alguns dias, mas todos morreriam. Eu sei que você acha que eu errei com Deus, e eu fiz".

Em uma carta que ele escreveu após sua prisão, disse o seguinte: 

"Senhor, conceda-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, mudar as coisas que posso e a sabedoria para esconder os corpos daqueles pessoas que tive que matar porque eles me irritaram.



3. H.H. Holmes

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H.H. Holmes é uma figura bastante popular por seus crimes, sendo referência em diversas obras. Mais conhecido como Dr. Henry Howard Holmes, foi um assassino em série que viveu nos Estados Unidos durante o século XIX. Ele tinha um "Castelo da Morte" em Chicago, tratava-se de um lugar que o mesmo gerenciava como um hotel. O prédio possuía vários cômodos e longos corredores. O lugar também tinha alçapões, paredes falsas e câmaras de gás. Ele chegou a vender alguns cadáveres para instituições médicas, além de comercializar corpos através do mercado negro.

No dia 11 de abril de 1986, Holmes escreveu uma carta confessando seus crimes para um jornal da Filadélfia. A carta dizia o seguinte:

"Eu nasci com o diabo em mim. Eu não pude evitar o fato de que eu era um assassino, não mais do que o poeta pode impedir sua inspiração para cantar. Eu nasci com o um mal como meu padrinho ao lado da cama onde fui conduzido ao mundo, e ele está lá comigo desde então."

Cerca de um mês após essa carta ser redigida, Holmes foi enforcado na prisão de Moyamensing.



4. Ian Brady e Myra Hindley

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Ian Brady e Myra Hindley, no início dos anos 60 mataram cinco crianças (John Kilbride, Lesley Ann Downey, Pauline Reade, Keith Bennet e Edward Evans) que tinham entre 10 e 17 anos. Três corpos foram encontrados em Saddleworth Moor, em Manchester, na Inglaterra. Porém, os assassinos nunca revelaram onde estavam as outras duas vítimas. Hindley disse que estava "sob feitiço" de Brady e que ela participou dos crimes contra sua vontade, mas uma carta que Brad redigiu atrás das grades conta uma história diferente:

"Hindley criou um melodrama vitoriano no qual ela se retrata como sendo forçada a matar. Nós dois habitualmente carregamos revólveres e fomos para a prática de alvo nos mouros. Se eu a estivesse maltratando, ela poderia ter me matado a qualquer momento. Por 30 anos, ela disse que estava agindo por amor a mim; agora ela afirma que matou porque me odiava - uma hipótese completamente irracional. Em caráter, ela é essencialmente um camaleão, adotando qualquer camuflagem adequada e expressando tudo o que ela acredita que o indivíduo deseja ouvir. Ela pode matar, tanto em sangue frio quanto em raiva."



5. Deenis Rader

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Deenis Rader se autointitulou como "BTK" depois de utilizar o seu sádico método "Bind, Torture, Kill" (Vincular, Torturar, Matar). Entre 1974 e 1991, ele matou dez pessoas no Kansas. Ele achava que podia enganar facilmente a polícia e por isso enviou insultos a eles. Uma de suas cartas muito mal redigidia dizia:

"Quando este monstro entrar no meu cérebro, nunca vou saber. Mas aqui para ficar. A sociedade pode ser grata por existem maneiras para pessoas como eu me aliviarem no tempo dos devaneios de alguma vítima sendo torturada e sendo minha. É um grande jogo meu amigo do monstro jogar colocando número de vítimas, segui-los, verificando-os esperando no escuro, esperando esperando. Talvez você possa pará-lo. Eu não posso. Ele escolheu sua próxima vítima". (sic)

Ele ainda assinou na carta: "Seu, realmente culpado, BTK".



6. Gary Leon Ridgway

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Gary Leon Ridgway, pai de família, casado três vezes, possuía filhos e emprego fixo. Quem imaginaria que um cara desses seria um assassino em série? Ele ficou mais conhecido como Green River Killer (Assassino do Rio Verde). Foi condenado por 48 assassinatos confessados por ele.

Em 1984 ele escreveu uma carta a respeito dos assassinatos intitulada como "o que você precisa saber sobre o homem do Rio Verde". Ele enviou a carta para o Seattle Post-Intelligencer falando dos detalhes perturbadores sobre necrofilia e contando que cortou as unhas das vítimas antes de matá-las.
Em um dos trechos, ele afirma: "Eu escolhi prostitutas porque pensei que poderia matar o maior número possível de pessoas sem ser pego".

Em 2001, evidências de DNA ligaram os assassinatos a ele, que acabou sendo preso. Sua vida foi poupada da cadeira elétrica pois ele revelou, em um acordo, onde estavam os corpos desaparecidos.


7. O Assassino do Zodíaco

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No final dos anos 60, o infame Assassino do Zodíaco teve como alvo quatro homens e três mulheres, jovens entre as idades de 16 e 29 anos. Cinco vítimas foram mortas e ele enviou cartas para a imprensa local de São Francisco, incluindo quatro delas criptografadas. Apenas uma das cartas foi decifrada pelo professor Donald Harden e sua esposa Bettye. O que dizia na carta? Confiram abaixo:

"Eu gosto de matar gente porque é tão divertido. É mais divertido que matar animais selvagens na floresta porque o homem é o animal mais perigoso de todos. Matar coisas me dá a experiência mais prazerosa, é ainda melhor do qeu ficar com uma garota. A melhor parte é que, quando eu morrer, eu irei renascer no paraíso e todos aqueles que eu matei se tornarão meus escravos. Eu não te darei meu nome porque você tentará me atrasar ou me impedir de colecionar escravos para meu pós-vida".


Adaptado de: Assustador

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